
Ficar tempos em casa é tão bom quanto nostalgico, cansativo e irritante em alguns minutos. É como se eu voltasse a um tempo em que não sei que gosto tem, ou ficar lembrando de coisas que nem existiam mais, ou pelos menos pensanva que não imaginaria novamente. É como parar de escrever do nada pelo simples fatos de não querer olhar paras as unhas não pintadas e lembrar que sinto dor quando não tenho esmaltes nelas. Deve ser uma dor psicólogica de tantos anos roendo e roendo um dedo atrás do outro como se fosse a última e única coisa a fazer no mundo. E nesse tal tempo que ainda não tem nome e nem fim, eu posso dizer que aprendi a não roer unha por conta da minha ansiedade que me tomava conta. Mas pra compensar essa ansiedade mandada embora meu desinteresse de fato aumentou, deve ser pela calmaria plena do meu quintal. Ou simplesmente porque se aprende que paciência requer muita prática.
E lá se foi mais um domingo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário